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Quando um clique vira (caro) sinistro: o Porsche que dançou em plena Ricardo Paranhos.


Sábado, 2 de agosto, manhã de sol em Goiânia. Um Porsche 911 Carrera S arranca com tudo ao sair da rotatória da Avenida Ricardo Paranhos — e, em segundos, vira trending topic. A câmera mostra o super-esportivo de sete dígitos derrapar, acertar um Honda City, empurrar um Fiat Fastback e imobilizar o trânsito nobre do Setor Marista. Felizmente, zero feridos; apenas lataria amassada (e egos idem).

Vídeos explodem nas redes, especialistas de teclado entram em campo e surge a teoria: “o controle de tração estava desligado”. Não é lenda urbana impossível: todo 911 moderno traz o Porsche Stability Management (PSM) — e um botão que permite afrouxar (modo Sport) ou até zerar as assistências, pensado para track-days, mas sedutor para quem quer “mostrar serviço” na rua.

Aqui mora o ponto quente: desligar eletrônica não cancela a física. Um pico de torque em piso urbano, pneu frio e raio de curva curto bastam para transformar ativo em passivo — e abrir um buraco no CAPEX pessoal maior que a franquia da apólice. Quem banca? Quem assume a narrativa? Quem paga a conta da reputação quando o vídeo viraliza antes mesmo do guincho chegar?

Provocação: Quantas empresas (e pessoas) correm com o “PSM” corporativo desligado — confiança máxima, governança mínima — até que um giro de 180° exponha fragilidades de gestão de risco que estavam no manual mas nunca foram lidas?

Deixo a bola quicando:

Se fosse seu Porsche, seu balanço ou sua credibilidade, qual botão permaneceria ON?

Vamos debater? Comenta aí, marca quem precisa ligar o controle de tração estratégico e bora elevar o nível da conversa sobre risco — antes que o próximo vídeo seja nosso.

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