Agosto é o “mês do consórcio” — e isso diz muito sobre o nosso futuro financeiro.

Se você reparar, agosto ganhou uma nova cara no calendário do mercado: o mês do consórcio.Não é só uma campanha isolada — é um movimento articulado pelas principais administradoras do país, que enxergaram neste período uma janela estratégica para impulsionar vendas, reduzir taxas e oferecer condições agressivas, como parcelas até 50% menores até a contemplação e descontos significativos na taxa de administração. 📌 E não é à toa. O consórcio é hoje um motor relevante da economia brasileira. Segundo dados da ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, o setor movimentou quase R$ 720 bilhões em créditos contratados em 2024. Para ter uma ideia da escala, o sistema de consórcios representa cerca de 6,1% do PIB brasileiro — uma participação que coloca o segmento lado a lado com setores tradicionais da economia. Mais que números, estamos falando de um mecanismo que: Estimula o planejamento financeiro (sem juros, com prazos flexíveis); Gira a economia em diversos setores (imobiliário, automotivo, serviços, energia solar, entre outros); Facilita a formação patrimonial de milhões de brasileiros que não teriam acesso a bens de alto valor de forma imediata. E aqui vai o ponto que talvez mais mereça sua atenção:O consórcio é uma das poucas ferramentas que consegue unir disciplina, previsibilidade e poder de compra sem depender de financiamento tradicional. Ele obriga a pessoa a criar um lastro financeiro, e isso muda completamente a forma como construímos patrimônio ao longo da vida. 💡 Reflexão rápida:Se o consórcio já representa quase 6,1% do PIB, e agosto é o mês em que o mercado se organiza para acelerar resultados… será que você está aproveitando esse movimento para pensar na sua própria estratégia patrimonial? No Seguros Garcia, a gente atua justamente no papel de curadoria: ajudamos nossos clientes a escolher o grupo certo, dentro das principais administradoras do Brasil, com foco no perfil e nos objetivos de cada um. Porque no consórcio, não é só sobre “entrar” — é sobre entrar no lugar certo e na hora certa. 📲 Se você quer entender como o consórcio pode entrar no seu plano de construção de patrimônio, o momento é agora. Agosto está correndo e as condições especiais também. hashtag#consorcio hashtag#investimento hashtag#segurosgarcia hashtag#finanças
Quando um clique vira (caro) sinistro: o Porsche que dançou em plena Ricardo Paranhos.

Sábado, 2 de agosto, manhã de sol em Goiânia. Um Porsche 911 Carrera S arranca com tudo ao sair da rotatória da Avenida Ricardo Paranhos — e, em segundos, vira trending topic. A câmera mostra o super-esportivo de sete dígitos derrapar, acertar um Honda City, empurrar um Fiat Fastback e imobilizar o trânsito nobre do Setor Marista. Felizmente, zero feridos; apenas lataria amassada (e egos idem). Vídeos explodem nas redes, especialistas de teclado entram em campo e surge a teoria: “o controle de tração estava desligado”. Não é lenda urbana impossível: todo 911 moderno traz o Porsche Stability Management (PSM) — e um botão que permite afrouxar (modo Sport) ou até zerar as assistências, pensado para track-days, mas sedutor para quem quer “mostrar serviço” na rua. Aqui mora o ponto quente: desligar eletrônica não cancela a física. Um pico de torque em piso urbano, pneu frio e raio de curva curto bastam para transformar ativo em passivo — e abrir um buraco no CAPEX pessoal maior que a franquia da apólice. Quem banca? Quem assume a narrativa? Quem paga a conta da reputação quando o vídeo viraliza antes mesmo do guincho chegar? Provocação: Quantas empresas (e pessoas) correm com o “PSM” corporativo desligado — confiança máxima, governança mínima — até que um giro de 180° exponha fragilidades de gestão de risco que estavam no manual mas nunca foram lidas? Deixo a bola quicando: Se fosse seu Porsche, seu balanço ou sua credibilidade, qual botão permaneceria ON? Vamos debater? Comenta aí, marca quem precisa ligar o controle de tração estratégico e bora elevar o nível da conversa sobre risco — antes que o próximo vídeo seja nosso. hashtag#seguros hashtag#seguradora hashtag#gestaoderisco hashtag#segurosgarcia hashtag#porsche
Um volante, duas “cervejas” e uma vida: onde acaba o acidente e começa a conta?

A cena é quase inacreditável: Araçatuba, 24/07/2025. Um juiz aposentado para a caminhonete numa avenida movimentada; uma mulher semi nua tenta se acomodar no colo do motorista; segundos depois, a ciclista Thaís Bonatti é atingida e morre dois dias depois no hospital. Fiança: R$ 40 mil. “Tomei duas cervejas”, teria dito o condutor. Testemunhas e exame clínico apontam sinais de embriaguez; a acompanhante narra que tentou assumir a direção. Gestão de risco zero: um carro parado em via pública, troca improvisada de assento, atenção desviada — e uma bicicleta entrando no “ponto cego” de decisões ruins. Do penal ao cível, a pergunta que ninguém gosta de encarar: dolo eventual ou culpa? No cível, a régua muda: indenização à família (dano moral, material, lucros cessantes) e, dependendo da apólice, seguradora pagando o terceiro — e depois indo à caça do regresso se a embriaguez foi determinante. O STJ já firmou que, para proteger a vítima, a RC de terceiros não some por causa da bebida; outra coisa é danos próprios, onde a exclusão é possível quando o álcool causa o sinistro. Trade-off clássico entre função social do seguro e agravamento de risco. E o guarda-chuva obrigatório para vítimas no Brasil? A novela do DPVAT virou risco regulatório por excelência: vai e volta, muda a regra, suspende cobrança. Enquanto o país discute quem paga e como paga, a encruzilhada continua a mesma: a vítima precisa de resposta rápida e previsível — e o sistema, de coerência. Agora, a camada que dói no bolso corporativo e no compliance pessoal: direção sob efeito de álcool é falha de controle elementar. Se isso acontece com agentes que conhecem a lei, o que dizer do resto? Política interna, treinamento, telemetria, cultura de segurança — todo mundo jura que tem. Mas quando a realidade bate, quem tinha mecanismos de prevenção? Quem monitora near misses? Para o mercado segurador, fica o elefante na sala: queremos proteger a vítima sem blindar a imprudência. Como calibrar preço, cláusulas e direito de regresso sem matar o propósito do seguro? E mais: o que exatamente é “acidente” quando a sequência de decisões imprudentes vira roteiro? E se a gestão de risco começasse antes da chave virar o contato? E se as apólices conversassem melhor com a vida real — e com as consequências reais? E se a conta da imprudência parasse de ser socializada? Sem conclusões hoje. Só perguntas incômodas — as únicas que, no fim, movem o ponteiro. hashtag#seguros hashtag#corretordeseguros hashtag#responsabilidadecivil hashtag#segurosgarcia hashtag#seguradora