Balão em Praia Grande

O que o acidente de balão em Praia Grande nos ensina sobre risco e responsabilidade. Na última semana, o Brasil acompanhou, com pesar, a tragédia ocorrida em Praia Grande (SC), onde um balão turístico pegou fogo em pleno voo. Oito pessoas perderam a vida, outras treze ficaram feridas. Um passeio que deveria ser encantador terminou em dor e questionamentos. O balonismo, embora belo, é uma atividade de risco. E todo risco precisa de planejamento, controle e, acima de tudo, responsabilidade. Testemunhos indicam que o extintor não funcionou. Um maçarico auxiliar disparou chama. Erro humano? Falha técnica? Ou ambos? A investigação segue. Mas uma certeza já é clara: o risco mal gerido custa vidas. No mercado de seguros, falamos disso todos os dias — mas muitas vezes sem a urgência que tragédias como essa nos impõem. Quantos negócios ignoram protocolos básicos de segurança? Quantas empresas operam sem cobertura adequada? Quantos prestadores vivem no limite da informalidade, confiando apenas na sorte? Inclusive, já se questiona também a eventual responsabilidade das agências de viagem que venderam o passeio. Em regra, quando essas agências atuam apenas como intermediárias — sem interferência na operação — a jurisprudência tende a isentá-las de culpa. Mas se houver omissão de informações ou ausência de seguro adequado, a discussão muda de figura. O consumidor precisa ser bem informado, protegido e respaldado. Esse acidente não diz respeito só ao turismo. Ele é um alerta para todos os setores: o improviso não pode ser a base de operações que envolvem pessoas. Como corretor que vive a cultura do risco há quase 30 anos, reforço: prevenir é sempre mais inteligente — e mais humano — do que indenizar. 🧭 Que esse episódio traga mais fiscalização, mais rigor, e principalmente mais consciência. Para que experiências incríveis continuem sendo vividas… com segurança. hashtag#seguros hashtag#seguradora hashtag#corretordeseguros hashtag#segurosgarcia hashtag#balao hashtag#balão hashtag#praiagrande hashtag#responsabilidadecivil
APAE + D&O

Quando propósito e governança se encontram 💡 Você confiaria seu patrimônio pessoal a um cargo voluntário?Pois foi exatamente esse dilema que um presidente da APAE me trouxe há um ano — e o resultado virou case aqui na corretora. 1️⃣ Surpresa:Sempre associei o D&O a S/As, fintechs, “unicórnios”. Até que uma instituição filantrópica bateu à porta pedindo cotação. Por quê? Porque quem sentou na cadeira de presidente foi um alto executivo acostumado a proteger seus diretores com D&O. Se ele protege a empresa, por que arriscaria a própria casa liderando uma associação sem fins lucrativos? 2️⃣ A matemática invisível:🔹+R$ milhões em convênios e doações circulando todos os anos 🔹Prestação de contas rígida a Governo, MP & comunidade 🔹Risco pessoal do gestor em caso de má alocação ou simples questionamento Some a reputação da APAE a esse fluxo financeiro e voilà: nasce um risco fiduciário gigante, mesmo sem fins lucrativos. Curiosidade: segundo a Fenaseg, ONGs e associações já representam 12 % das apólices de D&O emitidas em 2024. 3️⃣ Identificação:👉 Você participa de conselho fiscal de escola, hospital, ONG?👉 A instituição lida com verbas públicas, doações ou convênios?👉 As decisões passam por você — e saem em seu CPF no Diário Oficial? Se respondeu “sim” a qualquer item, sua exposição patrimonial é real. 4️⃣ Solução:Ao implantar o D&O na APAE, mostramos: ✔️Side A salvaguarda o bolso pessoal do gestor (e da família). ✔️Side B reembolsa a entidade, preservando orçamento dos projetos. O resultado? Tranquilidade para focar no propósito: transformar vidas, e não apagar incêndios jurídicos. 5️⃣ Detalhes:Renovação anual, análise criteriosa de governança e… sem retroatividade, sem cobertura. Adiar a decisão é correr o risco de ficar fora do guarda-chuva quando a tempestade chegar. 6️⃣ Ação:🎯 Reflexão rápida: Se um líder voluntário viu valor no D&O, qual é a sua desculpa? Conecte-se comigo aqui no LinkedIn e vamos mapear os blind spots da sua gestão 👇 📩 Comentário ou inbox? Você escolhe. O importante é não deixar seu legado exposto. 💬 Gostou do insight?Deixe um “🚀” nos comentários para eu saber que o conteúdo te ajudou. Quanto mais compartilharmos experiências reais, mais profissional — e protegido — fica o nosso ecossistema de negócios e impacto social. hashtag#responsabilidadecivil hashtag#empreededorismo hashtag#governança hashtag#seguro hashtag#segurosgarcia
ORGULHO DE SER

Jaraguá do Sul agora tem sua marca. E ela não é só visual. Ela é emocional, estratégica e coletiva. Ontem, no CEJAS, foi lançada oficialmente a marca-território de Jaraguá do Sul. Um projeto construído a muitas mãos, com apoio da ACIJS – Associação Empresarial de Jaraguá do Sul, CDL, Sebrae Convention Bureau e da sociedade civil. Mas afinal…O que é uma marca-território? É a identidade viva de um lugar.É quando uma cidade transforma sua essência em narrativa, propósito e posicionamento.É estratégia que conecta história, vocações, cultura e futuro — para atrair turistas, investidores e, principalmente, fortalecer o orgulho de quem vive ali. E a nossa marca veio com uma assinatura de impacto: “ORGULHO DE SER”Simples. Forte. Plural. Orgulho de ser jaraguaense.De empreender aqui.De proteger, educar, construir e inovar aqui.De viver em uma cidade que se organiza, planeja e compartilha valor. Jaraguá do Sul mostra ao Brasil que branding não é só para produtos — é para territórios com alma. Parabéns a todos que acreditaram nesse movimento. Agora é com a gente: empresas, instituições, pessoas. Vamos vestir essa marca.Vamos contar essa história.Vamos nos conectar por aquilo que somos. hashtag#orgulhodeser hashtag#jaraguádosul hashtag#placebranding hashtag#segurosgarcia hashtag#marketingdecidades